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Lançamento de Zami, de Audre Lorde, com Lubi Prates, Floresta e Cidinha da Silva

Em 23 de março, tivemos o lançamento virtual de Zami: uma nova grafia do meu nome. Uma biomitografia, uma conversa entre a Lubi Prates, poeta e tradutora do livro, Floresta, que assina o prefácio, e a escritora Cidinha da Silva. Nós precisamos de Zami, das memórias que compõem este livro, pois são memórias e histórias […]

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Indicações de leitura para o #8M

Aqui na Elefante, “feminismo” não é apenas uma área de nosso catálogo, mas um compromisso editorial e uma perspectiva a partir da qual analisamos e procuramos entender e nos posicionar no mundo. Neste 8 de março, queremos enfatizar a luta das mulheres contra o fascismo: uma das bandeiras prioritárias levantadas pelo movimento feminista brasileiro em […]

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A poeta que encontrou caminho próprio

Por Rosemary Daniell Publicado no New York Times   Carriacou é, ao mesmo tempo, uma ilha das Índias Ocidentais e também a ilha da imaginação de Audre Lorde; Zami é ”um nome Carriacou para mulheres que trabalham juntas como amigas e companheiras”. E mesmo que a afirmação de que, “em Zami, Audre Lorde cria uma […]

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Zami, uma ode à interseccionalidade

Por Saskia May Publicado no The Badger   Publicado como uma “biomitografia”, Zami [lançado originalmente em 1982 e que chega agora ao Brasil pela Editora Elefante] é o único romance de Audre Lorde. Baseado em sua infância em Nova York nos anos 1930 e 1940, e em suas experiências como lésbica negra na América nos […]

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82º título da Elefante: “Zami”, de Audre Lorde

O que falar de Zami? Sem dúvida, é das obras mais lindas do catálogo da Elefante. Nela, Audre Lorde revela as entranhas de sua infância, adolescência e juventude, em uma escrita sensível e sentida. Editá-lo foi um imenso prazer, acompanhado daquele sentimento de “é pra publicar livros assim que temos uma editora, pô!”. Esperamos que […]

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Ressoar o saber da boca para dentro

Por Cidinha da Silva Publicado no Suplemento Pernambuco   “usos do erótico y poesia não é um luxo são ainda hoje os ensaios mais emocionantes y curativos que eu já li, porque transformaram, ainda transformam, minha vida. ler a prosa dela audre lorde foi um dos primeiros exercícios de liberdade literária que fiz, porque em sua defesa de […]

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Prefácio de “Zami: uma nova grafia do meu nome. Uma biomitografia”, de Audre Lorde, por Cecília Floresta

Por Cecília Floresta Prefácio de Zami: uma nova grafia do meu nome   Audre, Seu nome ainda ecoa em nossa boca e em nossos ouvidos, resiste forte em cores variadas e cruza oceanos para o nosso encontro. É para a sua memória ancestral que dedico esta carta, uma forma de dizer que eu me lembro, […]

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