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Por uma ética da responsabilidade e autodeterminação, ou como podemos ser da hora

Por Túlio Custódio Prefácio à edição de brasileira de A gente é da hora Imagem: série “Pardo é Papel”, de Maxwell Alexandre   O que você tem em mãos é a tradução do livro de bell hooks sobre masculinidades negras. Não é o único. Em 2004, ano em que lançou We Real Cool, título original […]

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Nunca um sentimento, sempre uma ação: o amor revolucionário em bell hooks

Por Vinícius da Silva Publicado no Ruído Manifesto NOTA DA EDIÇÃO: O texto a seguir é um excerto do primeiro capítulo, “Políticas do amor e sociedades do amanhã”, do livro Fragmentos do Porvir de Vinícius da Silva, a ser lançado ainda em 2022 pela Editora Ape’Ku.   Políticas de conversão e ética do amor Tendo em vista o […]

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Farol do desassossego, por Lázaro Ramos

Apresentação de A gente é da hora Por Lázaro Ramos   A primeira vez que li um livro de bell hooks, ainda adolescente, em cada página eu sentia transpirar informação, transgressão e paixão. Esse primeiro contato, naquele momento em que eu tentava compreender quem eu era e como me encaixar no mundo, foi determinante para […]

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Sobre homens negros: não acredite no hype

[Trechos do prefácio de A gente é da hora, de bell hooks]   Quando as mulheres se reúnem e falam sobre homens, as notícias são quase sempre más. Se a conversa se torna específica e o foco recai sobre homens negros, as notícias são ainda piores. Apesar de todos os avanços nos direitos civis, no […]

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